quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Beijo de boa noite

Beijo de boa noite. Ou talvez não fosse beijo de boa noite, fosse só um beijo. Mas àquela hora e antes de dormir bem sabia como o aconchegar quentinho da primeira infância, demasiado próxima ou longínqua para a memória ser meramente factual.

Não quer ou não consegue ou talvez não possa adormecer sem beijo de boa noite. E está tanto frio. A cama pode ser mais confortável, mas no sofá estava quentinho. A funda respiração faz-lhe falta... soa a canção de embalar.
Dormir nem sequer parece bem. Muito menos parece apetecível.

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