segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

BBR today;
Idanha tomorrow;
Ladoeiro until January 2.
Happy Holidays!
Best wishes for 2008!

Day Three

Ella was packing. She was leaving her house, to spend Christma's with her grandparents. She didn't feel much like packing, like leaving ou like celebrating. She couldn't tell where her Christmas' spirit had gone to.
Anyway, Ella enjoyed packing her dress. It was a magnificent dress, constituted by two separate pieces: a simple knee-long shiny silver dress and a black tunic with a silky ribbon around her waist. Ella wasn't very fond of those low heel shoes, but she believed that they looked nice with the rest of the outfit. That was to December's 31. A night that promised to be much happier than December's 24 would be. Jay would be there. At least he promised he would and she believed him without any questions.

At this time, Jay missed Ella too. He wished he'd have remembered to take her with him instead of leaving her with nothing to do back at home. He started imagining that she could have went with him anywhere he wanted to go, and she could be back in time to spend Christmas Eve and Christmas Day with her beloved family. Jay wished badly he would have thought of this plan before. But he didn't. And now both of them were missing each other, and there was nothing good enough to do about it. Waiting was all Ella and Jay had left to hold on to.

domingo, 23 de dezembro de 2007

Day Two

0:50 a.m. - A text message on her cellphone. "Darling, you can contact me now, my cellphone is working properly again". Ella's heart started a violent beat. She tried to call Jay twice, but he refused those calls. She felt desperate, she felt empty and she couldn't hold on to anything.
1:06 a.m. - Another text message. "Call me". She immediately put the cellphone on her ear, and she pushed it hardly against it. "Baby?", Jay said. "My Love!" "I love you..." "I love you" "I love you, I love you, I love you, I love you". Ella was almost bursting into tears around this time - his voice was sounding like music to her ears and also was making her miss him more and more. She got to control herself. "Please Jay, wish me a Good Night, or I won't be able to sleep well" "... Good Night baby". She fell asleep pretty quick after the little talk.

Another lame day. Sunny, but yet so cold. Jay ain't around. How long is a week when Jay's not around was the major question inside Ella's head... and she found herself wondering if he thought the same about her.

sábado, 22 de dezembro de 2007

Day One

Well, Ella wished that Jay wouldn't have went so far away and so soon. She looked pretty desperate, but always tried to hide it - so nobody would notice how bad she missed Jay's presence.
Christmas time demands clear spirits, peaceful souls, rested bodies, at least Ella thought it should be like this. Every year that passed she tried to make herself better during Christmas, so she could find herself happier in the magical December 24's night. Not this year though. "Damn it Jay, did you have to take my soul and warmth with you? Jay, do you notice you took 'em?" No peace inside Ella this Christmas. No peace inside Jay either.
Ella's throat was killing her, she was complaining about how her throat ached for a couple days. Jay always stopped the aching just by standing next to Ella. Jay's hand was hurt the day before... Ella wondered how it was at the moment. It wasn't raining on that day, but Ella could only see a grey day, similar to a heavy rain day. She felt soaked, despite there was no rain. She could hardly breathe. Ella never thought she would miss Jay this way.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Sem dúvida, o melhor anúncio de sempre. :)

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Darling, darling, stand by me.

-Estão-se a rir de quê? – pergunta o Guilherme, passando para palavras o pensamento de todos.
-Não ligues, eles são estranhos – atirou logo a Marta.
Claro que a Ana e o João Maria se riram logo mais.
in A Aventura dos 4 à Procura do 5 no Hospital, por Ana
as simple as this.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Where?

I didn't feel like coming home today.
I'm tired.
I'm worried.
I can't sleep enough.
I don't know when this house stopped being my home. I can swear we didn't use to act like this. And I don't know why we do it right now.
I don't belong here anymore.


Retrato

Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.

Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.

Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
A minha face?
Cecília Meireles

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

'Chega de saudade'

Vai minha tristeza
E diz a ela que

Sem ela não pode ser!

Diz-lhe,
Numa prece,
Que ela regresse...
Porque não posso mais sofrer!


Chega de saudade...
A realidade é que sem ela
Não há paz,

Não há beleza:
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim,
Não sai de mim,
Não sai!


Mas, se ela voltar...
Que coisa linda!
Que coisa louca!
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos
Que eu darei na sua boca.


Dentro dos meus braços,
Os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim,

Colado assim,
Calada assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim...
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim.


Não há paz,
Não há beleza:
Só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim,
Não sai!

Dentro dos meus braços,
Os abraços
Hão de ser milhões de abraços
Apertado assim,
Colado assim,
Calada assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim...
Que é pra acabar com esse negócio
De você viver sem mim!
Não quero mais esse negócio
De você longe de mim!
Vamos deixar esse negócio
De você viver sem mim!

Poema de Vinicius de Moraes, musicado por Tom Jobim.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Dança?


O vestido era esvoaçante, leve, semi-transparente, decotado, quente e vermelho. Adapta-se às formas ao milímetro, fora talvez costurado especificamente para ela. Não tinha costas, a pele dela resplandecia, a coluna bem desenhada no centro, a cintura recortada. Ficava-lhe curto na perna, resplandeciam as pernas, perfeitas, esculpidas. Uma flor vermelha no cabelo que caía em cascata pelos ombros e estava tudo desenhado, preparava-se para dançar. Agitou-se devagarinho e olhou em volta.
Só um rapaz, tão vulgar e belo, belo como só os rapazes vulgares. Camisa branca vincada aqui e ali, mangas arregaçadas ao cotovelo. Calças pretas, desenhavam-lhe a silhueta. Tão vulgar naquele meio de rapazes de branco e preto. Tão belo, moreno. Passou a mão nos cabelos, preparava-se para dançar. Atraiu-se ao vermelho daquele vestido, soube retribuir o olhar, soube olhar.
Estende a mão.
-Dança?
Quem pediu resposta? Mão na mão, mão na recortada cintura, mão no sólido ombro, olhos nos olhos, pé atrás, pé à frente, pé atrás, pé à frente, gira. Não há mais pares ali, não há poeira levantada. Está quente, a verdade é que está - as peles ganham um certo brilho. Deixa-a cair para trás, braço à sua volta, olhos nos olhos, perna pela perna, gira. Dançam como vivem, vivem como dançam. Cabe o mundo naquelas mãos, no girar, nos passos, nas pernas que se enrolam, no deslizar dos pés na terra seca, na música. É noite, e que calor. Toda a noite é aquele vestido vermelho. Mão no pescoço, mãos nas costas, cabelo agora revolto, olhos nos olhos, inclina-a para trás inclina-se sobre o tronco dela, sobem, olhos nos olhos, lábios agora semi-colados, mão na mão. Acabou a música. Soltam-se.
Sorrisos.
-Dança?
Ana



'Walk,
I walk a line that leads to you.

Waiting.
Anticipating.

Desire has no safety
To lead you on the road
Going crazy.

I hear a whisper,
Slowly,
Soon our lips will be near

In between the day and night
I step into the blue twilight.

Catch me,
Darling catch me

Hold me back
I think I'm falling over you,
What did you do?

Help me now
I'm losing me into you
What did you do?
What did you do?'

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

30 dias

Sabrás que no te amo y que te amo

Sabrás que no te amo y que te amo
puesto que de dos modos es la vida,
la palabra es un ala del silencio,
el fuego tiene una mitad de frío.

Yo te amo para comenzar a amarte,
para recomenzar el infinito
y para no dejar de amarte nunca:
por eso no te amo todavía.

Te amo y no te amo como si tuviera
en mis manos las llaves de la dicha
y un incierto destino desdichado.

Mi amor tiene dos vidas para amarte.
Por eso te amo cuando no te amo
y por eso te amo cuando te amo.
Pablo Neruda



30 dias.
20 dias + 10 dias.
Os melhores dias de todos, os mais completos, os mais variados, os mais surpreendentes.
Oxalá venham muitos mais iguais a estes.

'Tão um do
outro'

domingo, 2 de dezembro de 2007

O fim-de-semana foi sem o meu refúgio.

Fez ontem 2 meses.
E há coisa de 15minutos fez 2 meses que me doeu mais que muito o deslocar da pedra.

Sem o meu refúgio.

May tomorrow arrive quickly.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Uma... Duas... Três... Quatro... Cinco... Seis... Sete... Oito... Nove... Dez... Onze... Doze. Doze badaladas do relógio do corredor que se misturaram com o chocar da chuva na vidraça. Virou-se outra vez na cama, revolveu os lençóis, encostou-se de lado, ficou com as costas - nuas, largas, suaves, másculas, sólidas - ao frio. Ela não está, repetiu mentalmente, não está não está. Largaram a pergunta porquê? há muitos minutos atrás, quando se deitara, ainda havia luz na rua, apesar do cinzento do dia de Inverno. Se dormisse o tempo passava e ela voltasse mais depressa, ou talvez só voltasse. Mas já é meia-noite, cantou o relógio, e ela não está.
As costas dele ao frio, a pele começa a sentir-se. Há fios de cabelo escuro na almofada e um leve cheiro dela no lençol, não há o calor, os braços, a respiração, o ar quente do seu interior nas costas dele. Ele revirava-se e aspirava o cheiro do lençol, um, dois, três, quatro cabelos escuros, com jeitos, ondeados, pousados perdidos na almofada a gritar que ela dorme aqui. Hoje não está, e chove. Chove tão forte.
Volta, volta, volta. Começava a sentir o desespero da ausência dela, desespero - levantar, correr, sair, sentir a chuva, andar até ela, pegar nela, embrulhá-lha, levá-la, aninhá-la na cama que é deles e que está tão fria, vazia, áspera, sem ela.
Falta-lhe o recorte do perfil dela na luz amarelada que entra pela porta, a respiração lenta de quem dorme e que o convencia a dormir, os braços esguios que o rodeavam, o cabelo enrolado na almofada, as pernas sedosas que se aconchegavam nas suas. Falta-lhe a paz, a docilidade, a ternura, o quente, ela.
Revolveu os lençóis, virou-se, fixou o tecto, já mal está coberto, ignora o frio, a chuva, o relógio, os carros, tudo, excepto ela.
Chave na porta, a porta a bater, chaves pousadas, casaco atirado a um canto, passos no corredor, calças, cinto, camisolas no chão, recorte dela na porta - o cabelo solto e revolto, os ombros finos, os braços esguios, a cintura cavada, as ancas, as penas, todo o corpo que roça a perfeilção de uma escultura.
Ele petrifica, sorri, respira. Ela trepa para a cama. Braços, abraços, enrolar de pernas. O calor, a paz, a ternura, o cabelo revolto na almofada. Já tem o calor da respiração.
É tarde, mas ela voltou.
Ana

- inspirado no título do livro 'É Meia Noite, Chove e Ela Não Está Em Casa', de Ana e Isabel Stilwell

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Descia a rua a dançar, com os pés leves e o corpo a balançar, tão graciosa que podia voar.
O cabelo esvoaçante, de um castanho que não se pode descrever, brilhante demais, luminoso demais, um tom desconhecido, com madeixas acobreadas. O cheiro da rua, cheiro quente e misturado, de erva e roupa a secar e pó e fruta fresca e guisados ao lume, à volta dela - e dela o melhor cheiro, adocicado e tão fresco, quase tocável no quente da rua, sempre, o rasto do perfume dela. Perfume que saía do cabelo que ondeava e acompanhava o balanço do corpo.
Dançava rua abaixo, balançava e encantava, movimentos leves consecutivos.
Os olhos iluminados e iluminavam, escuros resplandecentes, de beleza aumentada pelas pestanas incomensuráveis, arqueadas num arco perfeito. Tão morena e suave, a pele impressionava, aos olhos apetecia, ninguém tocava.
Ele parava na janela, em pedra, encostava ao parapeito. Moreno em pasmo, igualmente apetecível, os olhos em sonho, pausa e desejo, belos. Olhá-lo e querer o olhar dele, só olhava para ela. Parava em cada movimento da dança dela e sabia-lhe o ondear do corpo. Sentia-lhe o perfume do cabelo desde que ela começara a descer a rua, sorria ao seu perfume. Fixado nos olhos e pestanas e na boca em sorriso, era-lhe toda apetecida.
Foi um momento em que ela olhou para a janela, parou-se a dançar e o movimento e o ondear. Parou-se a respiração compassada dele. Ninguém alguma vez adivinharia que nunca antes se haviam olhado. Apeteceram-se e sorriram-se e emanavam sintonia. Roubaram sorrisos e olhares, ele deu-lhe o olhar desejado, ela deu-lhe o sorriso rasgado.
Descem a rua a dançar, ele agarra-a pela cintura. Sorriem-se no calor do sol, na poeira e no cheiro da erva. Trocam carícias na pele, e a pele dela é seda. Dançam rua abaixo e ninguém adivinha maior felicidade, maior segredo, que o que têm enquanto dançam.



Ana

sábado, 24 de novembro de 2007

Eu me encontrarei,
Eu irei mais longe.
Ao partir sei bem
Que vou caminhar.
Sem olhar pra trás
Sem parar pra já.
Há no céu mais um lugar,
No céu serei maior.

Um amor maior!
Eu irei mais longe!
É saber lutar
Para avançar.
Sem olhar pra trás,
Sem parar pra já.
Há no céu mais um lugar,
No céu serei maior.

domingo, 18 de novembro de 2007

Eterna



Parava no café quando eu lá estava
Na voz tinha o talento dos pedintes
Entre um cigarro e outro lá cravava a bica,
ao melhor dos seus ouvintes

As mãos e o olhar da mesma cor
Cinzenta como a roupa que trazia
Num gesto que podia ser de amor
Sorria, e ao partir agradecia

São os loucos de Lisboa
Que nos fazem duvidar
A Terra gira ao contrário
E os rios nascem no mar

Um dia numa sala do Quarteto
Passou um filme lá do hospital
Onde o esquecido filmado no gueto
Entrava como artista principal

Comprámos a entrada p'ra sessão
Pra ver tal personagem no écran
O rosto maltratado era a razão
não aparecer pela manhã

Mudámos muita vez de calendário
Como o café mudou de freguesia
Deixámos de tributo a quem lá pára
Um louco a fazer-lhe companhia

É sempre a mesma pose, o mesmo olhar
De quem não mede os dias que vagueiam
Sentado lá continua a cravar beijinhos
Às meninas que passeiam.

sábado, 10 de novembro de 2007

"A pessoa certa não é a mais inteligente, a que nos escreve as mais belas cartas de amor, a que nos jura a paixão maior ou nos diz que nunca se sentiu assim. Nem a que se muda para nossa casa ao fim de três semanas e planeia viagens idílicas ao outro lado do mundo. A pessoa certa é aquela que quer mesmo ficar connosco. Tão simples quanto isto. Às vezes, demasiado simples para as pessoas perceberem. O que transforma um homem vulgar no nosso Príncipe é ele querer ser o homem da nossa vida. E há alguns que ainda querem.
Os verdadeiros Príncipes Encantados não têm pressa na conquista, porque como já escolheram com quem querem passar o resto da vida, têm todo o tempo do mundo.
(…)
O Príncipe Encantado não é o namorado mais romântico do mundo que nos cobre de beijos; é o homem que nos puxa o lençol para os ombros a meio da noite para não nos constiparmos ou se levanta às três da manhã para nos fazer um chá de limão quando estamos com dores de garganta.
(…)
Não é o que diz ‘Amo-te’, mas o que sente que talvez nos possa amar para sempre.
(…)
Ora, com tantos sapos no mercado, bem vestidos, cheios de conversa e tiradas poéticas, como é que não nos enganamos? É fácil. Primeiro, é preciso acreditar que, às vezes, nos enganamos mesmo. E depois, é preciso acreditar que, um dia, podemos ter sorte. E como o melhor de estar vivo é saber que tudo muda, um dia muda tudo e ele aparece. Depois, é só deixá-lo ficar um dia atrás do outro…Se for mesmo ele, fica."

-Margarida Rebelo Pinto in Vou contar-te um Segredo -
» roubado do hi5 da Rute ^^

segunda-feira, 5 de novembro de 2007



He walked towards her quietly, looking at her beautiful eyes. She couldn't move, she couldn't breathe. He embraced her strongly. He whispered:
-Everything's gonna be alright.
She put her arm around his neck. He held her tighter. She had a deep breath of fresh air. He closed his eyes. She whispered:
-Yes.

. - a - mim



Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais

There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world

Tudo o que quer me dar / Everything you want to give me
É demais / It's too much
É pesado / It's heavy
Não há paz / There is no peace

Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais/ Isn't real
Expectativas / Expectations
Desleais

Now we're
Falling
Into the night





See your pretty face in the sunshine
In the morning after staying up all night
I want to wake you just to hear you tell me it's alri-i-ight

And all I want to be is too much sometimes for me

Good morning baby
I hope I'm gonna make it through another day

See the stars and all the planets
Fly the great wide world and have it all
I'm praying now for beautiful weather
Take a car and drive forever

(And when you rise) And when you rise you'll find me here
(Open your eyes) And see myself reflected there
(And for a while) A little room becomes an everywhere





I got a first class ticket to a night all alone
And a front row seat up right by the phone
'Cause you're always on my mind
And I'm running out of time

I've got your hair on my pillow
And your smell in my sheets
And it makes me think about you





One thing leads to another and BAM! Exactly when you're not expecting it, it hits you... and it hits you bad. But who said it had to have the wrong taste?

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Goldie...



The night's as hot as hell. It's a lousy room in a lousy part of a lousy town - I'm staring at a goddess. She's telling me she wants me. I'm not going to waste one more minute wondering how I've gotten this lucky. She smells like angels ought to smell, the perfect woman... the Goddess. Goldie. She says her name is Goldie.

sábado, 27 de outubro de 2007

Girl Before A Mirror (1932), Pablo Picasso



E de novo acredito
Que nada do que é importante

Se perde verdadeiramente.

Apenas nos iludimos,
Pensando ser donos das coisas,

Dos instantes e dos outros.

Comigo caminham todos os mortos que amei,
Todos os amigos que se afastaram,
Todos os dias felizes que se apagaram.

Não perdi nada,
Apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre...

Poeta Desconhecido

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Reflexo

Não achas que esteja certo, mas também não é errado. Não te dou a certeza, mas quem seria eu para confirmar?
Só sabemos reflexos, e reflexos servem bem. Reflexo de uma luz, não nos ilumina, ilumina o que está à tua frente. Nem luz é, é escuridão e brilho e trevas e branco, porque é que reflecte, porque é que vemos?
Prestamos toda a atenção, não te vi abrir os olhos, não abri os meus, vi-os abertos, era uma imagem no espelho, um reflexo, outro reflexo... foi quem?
Não chegou. O que é que foi desta vez?
Queremos tanto que venha e que nos ganhe, suplica-me que saiba, nem queres saber. Pergunta-me jamais, sei que está ali, e que não vem, murmura outra vez, não está. Implico quem és e não foste. A pergunta já é minha, não há resposta, vem de onde?
Não estou, ninguém está. Será aqui sequer?

domingo, 21 de outubro de 2007

Believe it...



I wandered through fiction to look for the truth
Burried beneath all the lies.

And I stood at a distance to feel who you are
Hiding myself in your eyes.

And hold on before it's too late.
We'll run 'til we leave this behind.

Don't fall,
Just be who you are
It's all that we need in our lives.

And the risk that might break you
Is the one that would save
A life you don't live is still lost.

So stand on the edge with me.
Hold back your fear and see
Nothing is real 'til it's gone.

Live like you mean it.
Love 'til you feel it.
It's all that we need in our lives.



Yeah, just don't repeat it, I definitely don't wanna hear it.
Beloved one, my baby and only one, stay with me right now.
Always, Forever and After, here, close no matter how far.
Not knowing, but believing.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Ham or eggs?!

Ham and eggs on a dish.

The chicken is involved, but the ham is committed.

So... Are you ham or eggs?!

Grey's Anatomy

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Vita (Lat.) = Chaos (Greg.)

A nossa desorientação aqui começa com o princípio que não recordamos e o fim que desconhecemos.
Já fomos átomos, partículas minúsculas. Sabemos lá se um átomo que nos constitui não foi já um átomo numa borboleta ou numa estrela, há muitos milhões de anos. Que sabemos nós disso?
Acho que me dá para a Filosofia e para a instrospecção em todas as alturas menos nos deploráveis 90minutos de quarta-feira ou nos 90minutos de sexta-feira ou quando devia pegar no odiável 'Pensar Azul' e estudar.
Há uns tempos eu jurava que era a pessoa mais feliz que eu conhecia. E agora? Não sei, não. Afinal não sei bem o que é que está do outro lado da janela. E será mesmo que quero o que lá está?
'Só sair daquela porta já é uma aventura!', lá diz o pobre do rato Stuart no filme. E é verdade, sair da porta é uma aventura e tanto. Eu até gosto de aventuras, mas não consigo deixar de pensar em ter outra porta. Ou que tive outra porta. Não quero a outra porta de volta, só queria outra vista da janela e outra luz fora da minha porta.
A vida é um turbilhão com movimento próprio, já nem nego isso. Numa campanha qualquer idiota o parvalhão tinha como slogan 'O Futuro Não Está Nas Tuas Mãos'. E apesar de todos os nomes que lhe chamei, é melhor ter pena. Não está nas minhas, mas não está nas dele, e o coitado vive enganado. Eu posso tratar do meu futuro à minha vontade e com toda a força, mas a vida continua a ter movimento próprio. Posso lá impedir.
Das vezes que quis escrever e melhorar, que quis ser mais construir e destruir, pôr mais de mim, onde é que estava essa peça do puzzle?! Procura procura, já está perdida.
E a partir daqui... deixem-me rir.
Ainda pode vir pior, pode abater-se mais. Eu ainda estou de pé, ainda não caí, não e não. Se calhar estou só a fazer-me de forte, a morder as lágrimas e a dor de estar de pé para dentro. Mas não vou cair.








There's a secret. A huge secret. The biggest secret of all. People look for it, but can't find it. I'm always trying to tell people. I'm always shouting at people about it, always crying with anger, because people won't listen to what I keep shouting. In the end... Oh, I wish people knew the damn secret. I know it. I won't fall, I won't give up. To support it all, there's a secret.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Ontem o dia foi NÃO, na sua máxima expressão.
Prometi chegar cedo à escola e logo eu que odeio atrasos consegui atrasar-me. Tive de correr para o autocarro e, quando entrei, tentei revolver tudo para encontrar a carteira, o que de pé é muito difícil. Mas estava uma senhora sentada que me segurou na mochila enquanto eu procurava. Maravilha das maravilhas: 'Esqueci-me da carteira em casa'. A senhora olhou para mim, percebeu-me aflita e disse 'Tome lá, pique um dos meus bilhetes para viajar descansada. Tenho é pena de não a poder ajudar quando voltar, aí já não a devo ver'. Juro que só me apeteceu chorar. Contrariam-me tanto quando eu digo que ainda tenho fé no pouco amor que por aí anda, gozam-me tanto quando eu digo que até aqui em Lisboa ainda há pessoas boas. Afinal eu tinha razão. O problema das pessoas é encolherem os ombros, esperarem que o do lado faça ou até nem se importarem se alguém faz, desde que as próprias não tenham de ter trabalho. It's ugly.
Vou tentanto acreditar que tudo acontece por uma razão, e vou agradecendo ter uma vida tão fantástica, tal como a Rute me lembrou ontem.
O dia hoje foi não, mais pequenino. Deus queira que amanhã seja melhor e que os próximos não venham longe.



"Os homens raramente se explicam, e quando o fazem, fazem-no mal."
Eduardo Mendonza

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Prayer

'God,
Grant me the Serenity to accept the things I cannot change.'


Please Lord,
Give me a little more strenght for me to deal with my troubles,
a little more patience to accept my pain,
a little more comprehension so as to I don't mistreat others,
a little more love for me to rest my soul,
a little more light to keep me breathing
and a little more time so I can get my peace back.


Até Amanhã.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007



Até Amanhã Avó.


Avó, lembra-se de brincarmos aos porquinhos? Lembra-se de andar de gatas comigo debaixo da mesa da sala de jantar, quando já tinha 80 anos?
E das escondidas, lembra-se Avó? 'Agora a Avó fica aí, e eu vou-me esconder, tá bem?'
Lembra-se de fazermos bolachas Avó? Lembra-se que a Avó Teté não queria que eu fizesse bolachas sozinha, deixou-a a tomar conta de mim, mas depois a Avó não se importou que eu deitasse os ingredientes que me apetecessem? E estavam boas as bolachas... hoje sei que foi a Avó que as arranjou para que eu não ficasse triste se elas fossem más, mas é segredo.

Lembra-se das roupinhas das minhas bonecas?

E das muitas calças que eu rompi e a Avó coseu, que precisaram de bainhas, de serem apertadas na cintura ou simplesmente modificadas ao meu gosto? Lembra-se de todas, Avó?

Lembra-se de me levar para aquele seu pequenino altar, que tem no quarto, e de me ensinar a rezar? Lembra-se de rezarmos sempre que os tios tinham exames? E sempre que algo corria mal? Lembra-se Avó?

Era a Bisavó, mas sempre lhe chamámos Avó. Já viu Avó?
Ficam as boas memórias, vou tentar apagar o tempo que a vi no hospital. Vou apagar o seu ar débil, as suas mãos ossudas, a sua pele sem cor. Vou apagar a sua fragilidade, vou apagar as vezes em que tive de lhe dar sopa por uma espécie de biberon. Vou apagar isso tudo, porque não interessa.

Guardo só a última vez que lhe passei a mão no cabelo, lhe dei um beijo na testa e lhe apertei a mão, com imenso cuidado para não mexer nenhum tubo nem a magoar.
E eu sussurrei 'Tenho de ir, Avó. Mas eu volto quando puder, está bem?'; a Avó respondeu, com um imenso esforço e uma tentativa de sorriso: 'Sim, minha filha... Até Amanhã'.



E que assim seja, Avó. Até Amanhã.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Magic. True Love. Soulmates.


Don't you see how rare it is to find someone these days who believes in Magic, True Love and Soulmates?
Even if I wanted to stop loving you, I could never do it.




I'm not listening, not anymore
The more I learn, the more I ignore
The more I hear, the more I ignore

I'm not listening, not anymore,
No

You
Gotta be bigger,
Be faster,
Be stronger,
If you're gonna survive any longer in this lifetime,
It better be the right time,
The first time might be your last time

Am I a failure if I got nothing to lose?
No, I'm not a failure!
I got something to prove

I've lost my innocence
And I'm a stranger,
A life changer.
I'm a man that's not afraid of danger,
I walk my own path,
And blaze my own trail.

Because I'm not afraid to derail,
I won't get in line
Or be a middle man,
So
Fuck You

I'll make my own plan
And I got respect
And I don't neglect the people that I really care to protect.

I told you before, won't listen anymore
I told you before, let's settle the score

Set it off right now,
Blow it up,
Set it off,
Fuck it up,
Set it off,
Blow it up,
Blow it up right now.


Not Listening - Papa Roach

domingo, 23 de setembro de 2007

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Don't get the wrong idea...

Posso escrever aqui tanta coisa, e não me tenho lembrado de nada. Já me apeteceu despejar aqui uma data de textos, mas entretanto perderam-se. Eu geralmente ponho notas no telemóvel para me lembrar das palavras-chave de um texto, e assim o poder reproduzir. Só que nem sempre me lembro de ir ver.


Hoje fui.


Tenho uma que diz 'Quando o ridículo se generaliza, torna-se normal' - frase do filme 'I Could Never Be Your Woman', que eu tive o prazer de ver com a minha avó. E ai não que não podemos aplicar isto... A quantidade de ridículo que preenche as nossas ruas hoje é doloroso, mas é tanto que já é banal. Ninguém se importa, encolhemos os ombros e seguimos. Queixamo-nos do ridículo país, da freguesia, do presidente X e do deputado Y, da lei A e da regra B, mas não nos levantamos contra, achamos que já é o normal de sempre. Encolhemos os ombros e seguimos. A atitude é ridícula: mas tão normal que enjoa.

Outra nota perdida tem escrito 'Onde é que vais? - Com sorte, em frente.' - do filme Ratatui. O pobre do ratinho a ser repreendido pelo pai, por ser diferente, por estar a fugir à tradição, por querer novos horizontes e novas experiências... e quando se pensa que está tudo perdido e que o ratinho cede à pressão do pai, ele vira costas e começa a andar, sucedendo-se aquela troca de palavras em que o ratinho mostra ter uma sabedoria alargada: 'Com sorte, em frente'. Não é para onde queremos ir todos, honestamente? Em frente, e que seja o que Deus quiser... com sorte, o caminho é mesmo para a frente.



E, entretanto, lembrei-me de um terceiro bom tema para compensar a minha falta de inspiração dos últimos dias: Amores de Telenovela.
Não, não vou escrever um texto amargurado em como dos amores da vida real se esperam cenas telenovelescas, nada disso. Hoje critico mesmo a capacidade das pessoas viverem os amores telenovelescos quando nem entram na telenovela nem têm namorado. Na verdade, é prodigioso, podia bater palmas e tudo.
Ora, eu não sigo telenovelas portuguesas ou brasileiras, dessas que os comuns portugueses não perdem 2 minutos, mas vamos fingir que eu até sei o que se passa. Não é difícil. Há com certeza um bonito rapaz, com um ar jovial, imensa maquilhagem na cara, os músculos tonificados, a depilação feita, a respeitar uma dieta saudável, que não fuma, não bebe, não lança comentários ordinários às miudas e é um doce com crianças. Chamemos-lhe João Pedro (juro que não embirro com ninguém assim chamado). Há também uma bela rapariga, com um ar ainda mais jovial, podre de boa, com uma barriga lisíssima, um excelente rabo e um peito grande e firme como desejado, desportista, simpática de sorriso pepsodent, boas notas e uma autêntica assistente social por vontade própria. A esta chamamos Cristina (também não embirro com nenhuma assim chamada). Ora, na dita telenovela (que não tem nome), a Cristina e o João Pedro conheceram-se completamente inesperadamente, mas têm umas vidas muito difíceis, coitadinhos. E depois, quando está quaaaaaaaase a chegar o momento em que, pronto, chega o casório, lá chega um imprevisto monumental que os impede de proclamar o esperado 'viveram felizes para sempre'. Que chatice.
Mas aqui não vou criticar o guião. Isso é lá com os guionistas que, coitadinhos, podiam ter um bocadinho mais de imaginação, mas não falemos disso hoje. Critico o bom do público da telenovela da Cristina e do João Pedro. Adolescentes, jovens, que não têm tempo para relações, que não se aplicam a sério para serem felizes a dois, que não amam nunca o suficiente para fazerem sacrifícios por outra pessoa (ou até pelo resto do mundo que os rodeia), vão gastando as energias em frente à televisão a sofrer os desgostos de amor da Cristina e do João Pedro. Mas será possivelmente normal não haver empenho e esforço para ter uma vida a dois porque não se quer sofrer e contudo andar a chorar sempre que a Sónia (de quem eu não falei, mas é má da fita) se mete na relação e estraga tudo?!
Cada vez que repito para mim que 'o problema deste mundo é isso mesmo, as pessoas nunca acreditam em nada, nunca amam o suficiente para acreditarem no absurdo' mais sentido faz. Podem sofrer os desgostos dos outros, sofrer a telenovela toda, mas sofrer na própria vida já não. Porque não sofrer na vida real para receber de volta a felicidade de um 'amor, amo-te'? Realmente, mais vale andar a chorar porque o casamento da Cristina e do João Pedro foi adiado mais 14 episódios e quando o casamento realmente acontece e a novela acaba, passar horas no vazio a pensar com que é que se anda a perder tempo - e ver a telenovela que começa no dia seguinte, claro, com a Filipa e o Zé Maria, para encher o vazio que a Cristina e o João Pedro deixaram.
Qual é a ideia?!



'But don't get the wrong idea, we're gonna shoot you.'

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Não sei.
Hoje até acordei com vontade de escrever, mas esgotei tudo na composição diagnóstico a Português.
Deixo só bocados aleatórios de músicas dos Fall Out Boy.


Baby, seasons change but people don't.
And I'll always be waiting in the back room.
People will dissect us til' this doesn't mean a thing anymore.
We do it in the dark, with smiles on our faces.
We're dropped and well concealed in secret places.

Me and you, setting in a honeymoon.
If I woke up next to you.

You are the dreamer
And we are the dream.
I could write it better than you ever felt it.
My words are my faith.
To hell with our good name.
A remix of your guts.
Your insides x-rayed.

So hum hallelujah,
Just off the key of reason.

domingo, 16 de setembro de 2007

The Answer

«O problema neste mundo é isso mesmo, as pessoas nunca acreditam em nada, nunca amam o suficiente para acreditar no absurdo.»



quinta-feira, 13 de setembro de 2007

The Serenity Prayer

God

Grant me the Serenity to accept the things I cannot change;
Courage to change the things I can;
and Wisdom to know the difference.

Living one day at a time;
Enjoying one moment at a time;
Accepting hardships as the pathway to Peace.

Taking, as He did, this sinful world as it is,
not as I would have it.
Trusting that He will make all things right
if I surrender to His Will.
That I may be reasonably happy in this life
and supremely happy with Him,
Forever in the next.

Amen




.



Senhor

Dai-me Serenidade para aceitar aquilo que não posso mudar;
Coragem para mudar aquilo que posso;
e Sabedoria para distinguir ambas.

Viver um dia de cada vez;
Aproveitar um momento de cada vez;
Aceitar as dificuldades como o caminho para a Paz.

Aceitar, como Ele fez, este mundo pecador tal como é,
não da maneira que eu queria.
Acreditar que Ele fará tudo de bem
se eu me submeter à Sua Vontade.
Que eu posso ser razoavelmente feliz nesta vida
e supremamente feliz com Ele.
Para sempre seguindo.

Amen

Nada.

Às vezes choramos sem sentir nada.
- Nada.
Estamos sentados no sofá, deitados na cama, a viajar de carro, a olhar pela janela, num daqueles fantásticos em que conseguimos estar em paz, sem pensar em nada.
- Nada.
E apesar de não se sentir nada, nem tristeza, nem alegria, nem dor, nem raiva, os olhos inundam-se na mesma de água e duas lágrimas rolam dos olhos, depois mais duas, seguidas de outras duas, e depois pára, da mesma maneira que começou: sem explicação nenhuma, sem nada.
- Nada.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Breathe In, Breathe Out

Ontem, numa repetição de um episódio da Patologista (série da Fox Life), estava uma das suspeitas do caso (namorada da vítima) a chorar e a balbuciar que aquela era a única pessoa por quem já se havia apaixonado. Era uma personagem interessante, dona de um programa de rádio de aconselhamento amoroso, e por isso com um elevado dom para falar, sobretudo de relações. Quando a Jordan (a dita Patologista) se envolveu numa conversa mais profunda com a suspeita ela perguntou-lhe: 'Já amou alguém?' - a Jordan não respondeu, pelo que a outra continuou - 'Não estou a falar da sua família, dos seus irmãos ou pais...' - nesta parte fez uma pausa, e o que veio a seguir é que saiu melodioso - 'Falo de alguém, alguém que conheceu por mero acaso e que mudou a sua vida para o que nunca esperou que fosse?' - dito isto a Patologista lá realiza que nunca esteve apaixonada.
No fundo, nunca ninguém esteve apaixonado. Porque ninguém sabe dizer se foi ou não amor. Até podem ter sido 3 anos, mas podia ser só uma panca. Pode ter durado dois dias e afinal aquilo é que era o amor da vida, que entretanto se perdeu. Por isso nunca sabemos responder à pergunta 'Já amou alguém?', não sabemos se foi ou se não foi. Temos palpites, temos a consciência que gostámos mais de A do que de B. Mas não garantimos nada a ninguém... garantimos?



Obsession - Take another look
Remember - Every chance you took
Decide – Either live with me
Or give up - Any thought you had of being free

Anyone (No)
Anything (Yes)
Anyway (Fall)
Anybody (Mine)
Anybody (Tell me)
I want (You)
I need (You)
I’ll have (You)
I won't (Let anybody have you)
Obey (Me)
Believe (Me)
Just trust (Me)
Worship (Me)
Live for (Me)
Be grateful (Now)
Be honest (Now)
Be precious (Now)
Be mine (Just love me)

domingo, 9 de setembro de 2007

Cut The Skin To The Bone, Fall Asleep All Alone, Hear Your Voice In The Dark, Lose Myself In Your Eyes

I had my hair cut as little as possible, so it wouldn't be by my shoulders like it had been before and now it's a long dark hair. I pierced my ears twice again (I've pierced them five times so far). I painted my nails in black. I erased all my foolish playlists fulfilled with hip hop and r'n'b, God I hate them so much now. I created a whole new playlist: Blink 182 (Obvious, I Miss You, Down, The Fallen Interlude, Go, Asthenia, Easy Target, All Of This, Here's Your Letter); Bloc Party (So Here We Are, Compliments, Little Thoughts, This Modern Love, The Pioneers); Metallica (One, Welcome Home, Loverman, Master Of Puppets, For Whom The Bell Tolls, Ride The Lightning, Enter Sandman, The Unforgiven, Sad But True); Slipknot (Vermillion Pt. 2, The Nameless, Heretic Song, I Am Hated, Left Behind, Me Inside, My Plague, No Life, Duality); Guns N' Roses (November Rain, One In A Million, Used To Love Her, Don't Cry, Knockin' On Heaven's Door, Move To The City, Sweet Child O'Mine, Sympathy For The Devil, Welcome To The Jungle, Yesterdays, You Could Be Mine, Ain't It Fun, Live And Let Die, Paradise City, Patience, Since I Don't Have You). I say Fuck You when I want to, when someone annoys me, and I feel like I have the right to say it and shout it. Is this the change? Yes it is. I changed myself because I wanted to... And I also needed it.
Happier than ever, believe me.



I'm yours,

and that's all.

Regras Para Ser Feliz


  1. Ria - desatou a rir à gargalhada num momento importante? Ainda bem! O riso é comunicativo, pode criar empatia e é a melhor arma contra o stress.
  2. Ganhe Mais - não importa se é muito ou pouco, desde que ganhe mais do que as pessoas da mesma faixa etária que o rodeiam (e por ganhar mais não me refiro só a dinheiro, mas a todas as metas que se podem alcançar para vencer).
  3. Som - energia às oito da manhã? Ponha uma música estimulante, que agirá sobre zonas do cérebro que segregam endorfinas - substâncias que causam euforia. À noite, uma melodia doce facilitará a produção de melatonina - hormona que regula o ciclo do sono.
  4. Gaste Energias - faça desporto! Facilita a libertação de endorfinas e garante-lhe uma sensação de prazer oriunda do próprio esforço ou da satisfação do dever cumprido. Dance, ande, corra e desista dos elevadores.
  5. Namore - escondido no feno, à luz do luar, na rua, em casa, no parque, dê largas à paixão - o que mais uma vez libertará endorfinas, responsáveis pela sensação de prazer, e ocitocina, hormona segregada pela hipófise durante o orgasmo. As virtudes da ternura são mais que louváveis, não se prive delas.
  6. Conheça As Suas Raízes - aprenda mirandês, dance o bailinho da Madeira, aprenda 1001 formas de cozinhar bacalhau e ainda os cantares alentejanos. O sentimento de pertença a uma cultura é crucial para a felicidade (estudos acerca das comunidades ameríndias e afro-americanas provam-no).
  7. Inove - as pessoas que diversificam as suas experiências têm maior tendência para reter as emoções positivas e minimizar as negativas.
  8. Medite - bem-aventurados os que crêem! Acaba-se o desesepero e a angústia existencial de não encontrar sentido para a vida. A fé e a espiritualidade contribuem para a felicidade, rezar ou meditar é um passo importante.
  9. Faça Boas Acções - se sai do metro e a escada rolante avariou e nas escadas vê uma rapariga com dificuldade em transportar a bagagem ajuda-a? Sim, e faz muito bem. Quantos mais actos de gentileza realizar num dia melhor se sentirá.
  10. Case-se - não é preciso ter uma boda molhada para ser abençoada, basta casar com uma pessoa feliz. As pessoas envolvidas numa relação tornam-se mais felizes, mesmo que a vida conjugal não seja totalmente satisfatória.
  11. Conte - um aumento salarial? Boa nota num exame importante? A publicação do último Harry Potter? Faça uma lista de 5 acontecimentos felizes dos últimos tempos. É uma receita ideal para lutar contra ideias sombrias - sem exageros, há que contar as boas recordações de forma moderada.
  12. Seja Optimista - falar alto e brincar. O optimismo não é inato, adquire-se. Ver a garrafa meio cheia em vez de meio vazia aumenta os níveis de serotonina - neurotransmissor que regula a ansiedade. Vista a pele de um lutador.
  13. Desligue - se o telefone toca a meio da noite e acorda sobressaltado, se não consegue dormir porque está atarefado e/ou stressado: o trabalho/a escola interfere com a vida pessoal. As pessoas que conseguem mantê-los separados preservam melhor os laços familiares e têm menos conflitos.
  14. Seja Realista - não é preciso ter mais olhos que barriga para ser feliz. Basta ser realista acerca dos horizontes e objectivos que estabelece.

Coragem :)


Sophie Calle - Autobiografia - Exquisite Pain (Countdown - 52)

sábado, 8 de setembro de 2007

How To Survive

Na magnífica casa de Idanha-A-Nova, na salinha pequenina do fundo do corredor onde nos amontoamos tantas vezes, há um prato de metal em exposição dentro de um armário com portas de vidro que tem gravadas as palavras 'Tudo vale a pena se a alma não é pequena'. Ora nós devemos ter umas almas enormes... ou então é o amor que nos aumenta as almas, mas isso podemos discutir noutra altura. A verdade é que mesmo que me gritem na cara que não vai dar, eu sei que vai; mesmo que doa no fundo, eu sei que aguento com ele (contigo); mesmo que pareça impossível, eu sei (nós sabemos!) que vale imenso a pena.
Fizemos as promessas ainda antes de sabermos que íamos decidir ficar juntos mais cedo. Lembras-te de me fazeres prometer que voltava para ti logo que conseguisses voltar para junto de mim? Lembras-te de esta promessa já não servir e então me fazeres prometer que fico contigo? E lembras-te de eu te fazer prometer que te juntas a mim para provar que conseguimos ser maiores e ficar juntos?
Não sei onde é que li, ou em que filme vi, que o que consideramos menos provável se torna tão possível quanto real mais cedo do que imaginamos. Garanto que é assim (há 4 meses facilmente te mandava passear - agora não troco [esta dor/ este amor] por nada).
Duvido que tenha que te provar mais alguma coisa, e tu já nada tens a provar. Sermos UM nas presentes condições é a maior prova que temos, a todos os níveis.
E 'Tudo vale a pena se a alma não é pequena'.




And after a lot of warm evenings walking hand in hand we get here. This is the rough path, have I told you? This is where it starts hurting inside.
We're here. In the exact point where we get to be sure of a few things. Like you have never known anything else in your life but the life you've just started with the greatest company.
I could be walking alone, as they say I am. Fuck them. I won't walk alone anymore: I don't want to and you wouldn't ever let me.
Our promises appear now, written on stone. Remembering us our certains, our will to be with each other and wait as long as needed.
Love demands waiting, have I told you? Anyone could have a great relationship, but let us prove that our Love is bigger, as long as it is harder.
And here, in this painful place where we're standing, I repeat my promise: to never let you go and to always wait for you.
Here, where the rough challenge begins, I promise: to be yours and to be beside you forever, even if forever is a long long time.
I'm sorry for putting you through so many difficult proofs. I swear I would change it if I could. But nothing might help me in that.
I can only assure you the sweetest thing: There's No One Better Than You For Me And I Will Never Ever Walk Away From The Path You're Walking.

Yours, Ana Banana

texto original em http://luigomo.hi5.com

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Back again, eh?!

Voltei dos Algarves, pronto. :)

Amanhã vou para a festa dos setenta aninhos do avô, depois passo a semana sozinha com a Rita (e um manual de sobrevivência também, com certeza), para ver se mato saudades das minhas cucas, dos meus xuxus e, sobretudo, do espécime engraçado que dá pelo nome de Luís.



All My Loving - The Beatles



Close your eyes and I'll kiss you
Tomorrow I'll miss you
Remember I'll always be true


And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you


I'll pretend that I'm kissing
The lips I am missing
And hope that my dreams will come true


And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you
All my loving I will send to you
All my loving, darling, I'll be true


Close your eyes and I'll kiss you
Tomorrow I'll miss you
Remember I'll always be true


And then while I'm away
I'll write home everyday
And I'll send all my loving to you


All my loving, I will send to you
All my loving, darling I'll be true


All my loving, All my loving
Wooooo, all my loving
I will send to you

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

FÉRIAS! :D

Until the 31st of August you can only find me in Meia-Praia - Lagos - Algarve. :D



Boas Férias :)

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

We won't.


If it can be broke, then it can be fixed
If it can be fused, then it can be split
It's all under control

If it can be lost, then it can be won
If it can be touched, then it can be turned
All you need is time

We promised the world we'd tame it
What were we hoping for?

A sense of purpose, and a sense of skill
A sense of function, but a disregard
We will not be the first, we won't

You said you were going to conquer new frontiers
Go and stick your bloody head in the jaws of the beast

Breathe in (Breathe out)
Breathe out (Breathe in)

So here we are reinventing the wheel
I'm shaking hands with a hurricane

It's a colour that I can't describe
It's a language I can't understand

Ambition, tearing out the heart of you
Carving lines into you
Dripping down the sides of you

We will not be the last


Deixei de ouvir-te.
E sei que sou mais triste com o teu silêncio.

Preferia pensar que só adormeceste;
mas se encostar ao teu pulso o meu ouvido
não escutarei senão a minha dor.

Deus precisou de ti, bem sei.
E não vejo como censurá-lo

ou perdoar-lhe.
- Maria do Rosário Pedreira

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Virtudes sim, mas sobretudo Defeitos.

Na sequência da leitura de um texto de opinião do Ricardo Araújo Pereira presente num qualquer nº da Visão creio que já do mês de Agosto (lamento não saber dizer exactamente qual) sobre Inquéritos de Verão. A parte interessante do mesmo texto nem era o que dizia sobre inquéritos de Verão, mas sobretudo quando o conhecido humorista confessou que o assombra que a maioria das pessoas quando confrontadas com a pergunta 'Qual é o seu maior defeito?' não se conseguem lembrar de nada além de 'Teimosia'. Outras hipóteses idiotas de resposta à pergunta são 'Sinceridade de mais' e 'Confiar muito nas pessoas'. Afinal, num mundo tão cheio da máxima que todas as pessoas são diferentes, acabam todos por ter os mesmos defeitos (que irónico).
Seja em que altura for, quando conhecemos alguém, muito mais que as virtudes que essa pessoa possa ter queremos é saber os defeitos e se suportamos, ou não, esses pormenores irritantes que marcam a personalidade do recém-conhecido. E quando alguém nos é descrito: 'Ai, é simpático, é divertido, é charmoso.' 'E mais?' 'É querido'. Bolas, que quando perguntámos 'E mais?' queríamos era saber o que é que a peça tinha de errado.
E entretanto estou-me a afastar do que realmente queria com este texto. Declaro-me culpadíssima de me terem perguntado 'Qual é o teu maior defeito?' e eu ter respondido 'A teimosia'. Garanto que eu achava que era mesmo, ser teimosa e por isso zangar as pessoas em geral e ainda a minha mãe. Agora sei que não é, a Teimosia é mesmo uma virtude, não é um defeito meu. Já não me fazem é esta pergunta há imeeeeenso tempo, e eu aproveitei para pensar nela quando li o texto; e então perguntei-me:
Ana, quais são os teus maiores defeitos?
Quando decido uma coisa, em 90% das vezes recuso-me a ouvir o que os outros pensam, e isto geralmente mete-me em sérias confusões. E ainda tenho o desplante de me arrepender.
Tenho momentos de autêntico egoísmo, mas estou a aprender a controlar a necessidade que de vez em quando tenho de guardar tudo o que são bens materiais para mim.
Continuo preguiçosa, apesar de geralmente me autocontrolar o suficiente para estudar e assim, muitas vezes deixo-me ser preguiçosa.
Dou a entender que sei tudo, quando lá no fundo não sei é nada.
Adoro e odeio a minha capacidade de mentir com o ar mais natural e simpático do mundo.
Adoro tudo o que já consegui até hoje: grandes resultados escolares, medalhas em desporto, medalha de ouro a Química, presidente da assembleia dos jovens, grandes lugares em provas matemáticas e outras; odeio estarem sempre a felicitar-me por isso: os resultados escolares são porque os meus pais me permitem estudar com os melhores recursos, a medalha de singulares a badminton é porque tive um grande treinador e a de pares é porque tive um grande treinador e porque a Rita fazia par comigo, a medalha de ouro a Química deve-se à minha extraordinária professora, a presidência da assembleia dos jovens é porque tinha uma excelente equipa de deputadas comigo, as classificações das provas matemáticas são mérito da professora que mais me fez estudar em 9 anos de escola.
Lá no fundo sou só mais uma, não me dêem valor. Mas apontem com força: quem responde 'Teimosia' como o seu pior defeito só se engana a si e aos outros. Até porque a teimosia é sempre a coitada que tem de esconder os outros defeitos, bem piores.
Ser virtuoso, claro que sim, e até aplaudo. Gritar os Defeitos, melhor ainda, é isso que eu quero.

sábado, 11 de agosto de 2007

So much more now

Permita que eu feche os meus olhos,
pois é muito longe e tão tarde!
Pensei que era apenas demora,
e cantando pus-me a esperar-te.

Permite que agora emudeça:
que me conforme em ser sozinha.
Há uma doce luz no silêncio,
e a dor é de origem divina.

Permite que eu volte o meu rosto
para um céu maior que este mundo,
e aprenda a ser dócil no sonho
como as estrelas no seu rumo.

- Cecília Meireles



E depois de tudo, por muito que tenha valido a pena, a dor é mais que imensa. Yes, he holds a special place in my heart, but a painful one too.
Há coisas que temos mesmo que ouvir, encarar e aprender a ultrapassar. Olhar de cima e achar que somos maiores e podemos mais. E eu sei que posso com tanto...
Sou feliz agora sim. Fui feliz no momento, óbvio! Mas sou tão feliz, tão feliz, tão feliz. Deus escreve direito por linhas tortas, sempre ouvi dizer, e agora faz tanto sentido. Podemos nem sempre compreender porque é que acontece isto ou aquilo, na maior parte das vezes é inútil sequer tentarmos perceber. No fim sabemos sempre que foi com um objectivo.



I Love You.
(and that definitely worths the whole Universe and more)

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Notícias

Família de emigrantes em França morre em acidente
Os quatro portugueses (Paulo Jorge Sendão Pereira, de 31 anos, a mulher, Maria da Conceição Pereira, de 34 anos e as duas filhas om 18 meses e 9 anos de idade) que morreram ontem vítimas de um acidente de viação perto da localidade de Villaquejida, em Leão, Espanha, eram esperados hoje em Ponte da Barca, onde passavam as férias de Verão e de onde era natural o condutor da viatura. A colisão, cujas causas estão ainda a ser apuradas pelas autoridades espanholas, envolveu três viaturas, uma delas um pesado de mercadorias, com o qual terá chocado o Audi com matrícula francesa em que seguia a família emigrada em França há poucos anos.A colisão ocorreu por volta das 7h15 locais (6h15 em Lisboa), ao quilómetro 194 da A-66, a apenas quarenta quilómetros de Leão, e terá ficado a dever-se, segundo declarações da Guardia Civil Espanhola, ao facto de uma viatura ter embatido num ligeiro que estava a efectuar uma ultrapassagem de um camião.


ONU vota hoje alargamento da missão no Iraque
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) vota hoje uma proposta para a renovação e o reforço da sua missão no Iraque, que prevê o alargamento do seu actual mandato em termos de pessoal e de competências e confere à instituição um papel mais activo na negociação das reformas políticas e económicas daquele país."A ONU precisa de desempenhar um papel mais importante para ajudar o Iraque a ultrapassar as dificuldades e os desafios, que resultam das desavenças internas sobre a partilha dos recursos e do poder. Os iraquianos precisam de se reconciliar e encontrar um acordo que permita a governação do país, e a ONU, dadas as suas vantagens comparativas, pode servir como facilitadora para o alcance desse objectivo", explicou o embaixador dos Estados Unidos na ONU (e antigo representante americano no Iraque), Zalmay Khalilzad.
O mais significativo desta proposta tem a ver com a expansão das responsabilidades políticas da ONU (que tinham vindo a diminuir ao ponto de receberem críticas): em vez das funções meramente logísticas e administrativas anteriormente assumidas, a missão passará a deter competências para negociar o processo de reconciliação nacional com o governo iraquiano, os diferentes partidos políticos e diversas organizações religiosas e civis."Uma das vantagens da ONU é que pode alcançar todos os grupos, alguns dos quais não se têm mostrado disponíveis para conversar com os actuais interlocutores. Por exemplo, o ayatollah al-Sistani não fala directamente com os representantes americanos e britânicos, mas mantém um bom relacionamento com o enviado especial da ONU", notou Khalilzad.


Novas suspeitas no surto de febre aftosa
Inspectores sanitários do Governo britânico dizem que há uma "grande probabilidade" que o surto de febre aftosa se tenha iniciado em Pirbright, onde se encontram dois laboratórios que estudam várias estirpes do vírus, incluindo a que tem contaminado gado desde há uma semana, tida como incomum. Um dos laboratórios pertence ao Instituto para a Saúde Animal, do Governo, e o outro à empresa franco-americana Merial, que investiga vacinas. As hipóteses de acção humana e negligência são as mais prováveis.


Sensibilização ambiental leva iceberg à Praça do Comércio
A presença de um iceberg, em forma de pirâmide, com sete toneladas, na Praça do Comércio, em pleno centro de Lisboa, não é com certeza uma ideia que passe todos os dias pela cabeça de alguém, principalmente nesta altura do ano, a menos que se-ja fruto de um sonho. Mas foi isso mesmo que aconteceu, provocando o espanto e a curiosidade dos transeuntes e dos turistas, numa iniciativa do Festival dos Oceanos. Eram 7h00 quando ali foi colocado um enorme bloco de gelo em forma de pirâmide naquele histórico local da cidade. Segundo Ana Fernandes, da Realizar (empresa produtora do evento), "o iceberg destina-se a representar e a sensibilizar as pessoas para os problemas do degelo dos pó-los e o aquecimento global. Paralelamente, mas para complementar a iniciativa, Peter Slavin e Don Lowin, dois artistas plásticos norte-americanos convidados pela organização do festival, esculpiram a fachada do Mosteiro dos Jerónimos num rectângulo de gelo. Foi apenas uma pequena amostra das esculturas que serão feitas hoje, no mesmo local, por volta das 17h30 - quando o Sol já se mostra mais clemente -, mas com proporções bastante maiores. Nessa altura serão utilizados dez grandes blocos de gelo e neles serão esculpidas imagens de outros importantes monumentos lisboetas.



Selecção e adaptação de notícias da edição on-line do Público

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

First days in Lisbon.

So... I arrived at Lisbon over 48 hours ago and since that I've been spending most of my time in the so-called my room. I've been reading and listening to music and, specially, spending time looking out of my window, trying to identify myself in what I see, trying to adapt myself.
[My dearest]
'Til this moment, I kinda like what I'm seeing. I can see half a dozen trees around the building and a few more between the hundreds(?) of houses and buildings that I can see from here (Olivais is the most green area of Lisbon, right?).
[I've missed you very very much since that last night we were together
and will hold that night specially in my memories for years to come.]
From here I can also see Portela's airport which became undoubtely my favourit part of the view. It's far less dull to be sitting at the window and watch planes landing and taking off and landing again.
[I've been turning it over and over in my mind lately
I've read your letter through at least four times,
and will probably read it more times before I'm through]
I ask myself time after time if I belong here and if it's going to be hard to get adapted. Although, on the other hand, it seems to me that I've always lived here looking out from this window, watching planes and feeling the wind on my face.
[I've been sitting here,
looking at your picture,
getting more homesick every minute.
I've wanted that picture more than anything else I know of,
except, of course,
you yourself]
From time to time I stare at my cellphone, waiting to see a message, a call, waiting for Rita or Rute's callings to know about me. God, I miss them, I wish they're here looking out the window with me.
[I keep thinking of you darling...
I keep wishing I could be home with you.
I want to leave in the worst possible way so I can come home to see you,
but things don't look so good on that subject]
I keep the radio on for 75% of the time (radio stations are better here) and today they've played 'Fácil de Entender' by The Gift at least five times, so I grab my cellphone a few more times, not waiting for messages or calls, but to inform Luis how much I miss him.
[This war has spoiled a lot of things for everyone, I guess]
Meanwhile, thank you Lord for giving me this amazing view, this room and this house, for my parents' jobs, for my friends and for Luis. I'm standing 230km away from my sweeties, 1h45 by car, 2h20 by bus, 3h by train. I mean, missing decreases a lot when I tell myself that I can get there quickly and that it wouldn't be the first time if I decided to go there and come back in the same day.
[I've never been so lonesome in my life as I am right now.
I'm completely lost without you, darling]
I am fantastic here, you know? Like Rita said when I called her crying because I just knew that I was moving to Lisbon: 'But that's what you have always wanted!'. And it really is and deep inside it tastes great. And my sweeties will always have a place to stay here in this house, if they want to. I'm not so sure about Luis, only if he agrees to bring the dog. :D
[I've never realized I could miss any one person so much.
I just hope it won't be too much longer until I'm able to be with you again
And live a sane and normal life.]



In pink a poem from the end of the song Violence by Blink 182. Added for my only one.