domingo, 30 de novembro de 2008

Ana

Cor: Amarelo
Parte do Dia: Noite
Número: 6
Signo: Carneiro
Signo Chinês: Macaco
Animal: Cão
Flor: Gerbera
Estação do Ano: Verão
Meio de Transporte: Comboio
Comida: Lasanha
Filme: Crash (Colisão)
Música: Iris - Goo Goo Dolls
Álbum: In Between Dreams - Jack Johnson
Série: The O.C./ Desperate Housewives
Livro: Senhor Deus, Esta É A Ana - Fynn/ As Horas - Michael Cunningham
Frase: "Ever tried. Ever Failed. No matter. Try again. Fail again. Fail better."
Perfume: Be Delicious, DKNY
Peça de Roupa: Calças de Ganga
Férias: Idanha, com os primos
Sítio: Praia
Cidade: Lisboa
Disciplina: Química/ Matemática
Bebida Quente: Café
Bebida Fria: Coca-Cola
Nome de Rapariga: Benedita
Nome de Rapaz: Vicente

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Not fair

I'm saying life is not fair! But we wake up every day thinking it will be.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

45 Coisas Boas da Vida!

1. Apaixonar-se.
2. Rir tanto até que a cara doa!
3. Um banho quente num dia frio de Inverno.
4. Um supermercado sem filas nas caixas.
5. Um olhar especial.
6. Receber correio.
7. Conduzir numa estrada linda.
8. Ouvir a nossa música preferida no rádio.
9. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
10. Toalhas quentes acabadas de serem engomadas...
11. Encontrar a camisola que se quer nos saldos, a metade do preço
12. Batido de chocolate
13. Uma chamada de longa distância.
14. Um banho de espuma.
15. Uma boa conversa.
16. A praia.
17. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último Inverno.
18. Rir-se de si mesmo..
19. Chamadas à meia-noite que duram horas e horas
20. Correr entre os jactos de água de um aspersor.
21. Rir sem razão.
22. Alguém que te diz que és o máximo.
23. Rir de qualquer coisa engraçada que vem à memória
24. Amigos.
25. Ouvir acidentalmente alguém dizer bem de nós.
26. Acordar e ver que ainda há algumas horas para continuar a dormir.
27. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com novo parceiro).
28. Fazer novos amigos ou passar tempo com os velhos.
29. Brincar com um cachorrinho.
30. Mexerem-te no cabelo.
31. Bons sonhos.
32. Chocolate quente.
33. Fazer-se à estrada com os amigos.
34. Balancear-se num balancé.
35. Letra de canções na capa do CD (podemos cantar sem nos sentirmos estúpidos)
36. Ir a um bom concerto.
37. Ganhar um jogo renhido.
38. Fazer bolachas de chocolate.
39. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
40. Andar de mão dada com quem gostamos.
41. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas (boas ou más) nunca mudam.
42. Patinar sem cair.
43. Observar o contentamento de alguém que está a abrir um presente que lhe ofereceste.
44. Ver o nascer do sol.
45. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia!

sábado, 15 de novembro de 2008

Anna's Song

This is Anna's song
I'm making love all night long,
Take a bath in milk and lay on your satin sheets
Laughing smiling, (oh oh)
Lay a while in, (oh oh)
Chocolate mint, candy sweets

(Living across the way)
Cross the way
(Living across the way, living across the way)
This is Anna's song (this is Anna's song, this is Anna's song)
Keep on singing (loving my song)
All night long (loving my song)

Oooh work so hard,
see me making dollars (never worked so hard)
I know I should for my own good,
What's it her smile,
Makes you so stubborn and oh

Didn't you notice the snow
Starting to fall,
Come let us sit a while,
Just listen to the children laughing and running wild
Anna Anna Anna

Yeah this is Anna's song
hey baby hey baby
Loving you all night long
Let it happen again and again and agaiN
Baby Anna yeah,
She's a child of the sun,
Lovingest one of all
Mmm and this is Anna's song yeah

Keep on loving me baby
Loving me cross the hall,
She can't do no wrong
'cos this is Anna's song
Laugh and chatter to you,
Kiss me Anna dear
Ooohhhh baby

Hey Anna, here's your song yeah
The one that I promised baby,
Promised you all along
I knew all the time that I'd find the rhyme
Never have a fear, here it is my dear.
Marvin Gaye

domingo, 2 de novembro de 2008

The Importance Of Being Earnest

Algernon: Now, go on. Why are you Ernest in town and Jack in the country?
Jack: My dear Algy, I don’t know whether you will be able to understand my real motives. You are hardly serious enough. When one is placed in the position of guardian, one has to adopt a very high moral tone on all subjects. It’s one’s duty to do so. And as a high moral tone can hardly be said to conduce very much to either one’s health or one’s happiness, in order to get up to town I have always pretended to have a younger brother of the name of Ernest, who lives in the Albany, and gets into the most dreadful scrapes. That, my dear Algy, is the whole truth pure and simple.
Algernon: The truth is rarely pure and never simple. Modern life would be very tedious if it were either, and modern literature a complete impossibility!
Jack: That wouldn’t be at all a bad thing.
Algernon: Literary criticism is not your forte, my dear fellow. Don’t try it. You should leave that to people who haven’t been at a University. They do it so well in the daily papers. What you really are is a Bunburyist. I was quite right in saying you were a Bunburyist. You are one of the most advanced Bunburyists I know.
Jack: What on earth do you mean?
Algernon: You have invented a very useful younger brother called Ernest, in order that you may be able to come up to town as often as you like. I have invented an invaluable permanent invalid called Bunbury, in order that I may be able to go down into the country whenever I choose. Bunbury is perfectly invaluable. If it wasn’t for Bunbury’s extraordinary bad health, for instance, I wouldn’t be able to dine with you at Willis’s to-night, for I have been really engaged to Aunt Augusta for more than a week.
Jack: I haven’t asked you to dine with me anywhere to-night.
Algernon: I know. You are absurdly careless about sending out invitations. It is very foolish of you. Nothing annoys people so much as not receiving invitations.
Jack: You had much better dine with your Aunt Augusta.
Algernon: I haven’t the smallest intention of doing anything of the kind.
Jack: I’m not a Bunburyist at all. If Gwendolen accepts me, I am going to kill my brother, indeed I think I’ll kill him in any case. Cecily is a little too much interested in him. It is rather a bore. So I am going to get rid of Ernest. And I strongly advise you to do the same with Mr... with your invalid friend who has the absurd name.
Algernon: Nothing will induce me to part with Bunbury, and if you ever get married, which seems to me extremely problematic, you will be very glad to know Bunbury. A man who marries without knowing Bunbury has a very tedious time of it.
Jack: That is nonsense. If I marry a charming girl like Gwendolen, and she is the only girl I ever saw in my life that I would marry, I certainly won’t want to know Bunbury.
Algernon: Then your wife will. You don’t seem to realise, that in married life three is company and two is none.
Oscar Wilde, The Importance Of Being Earnest (adapted)

Erros de medicação são culpa do Sistema

Conhece por acaso o Sistema? É um tipo de costas largas a quem é atribuída a morte, estado definitivo e sem emenda possível, de milhares de portugueses hospitalizados. Pelo menos é o que se conclui da explicação que Aida Baptista, presidente da Associação Portuguesa de Farmacêuticos Hospitalares (APFH), deu à Lusa para justificar os «erros de medicação».
Segundo Aida Baptista, o dito Sistema assassina os pobres doentes recorrendo a quatro modus operandi. A saber:
a) Serve-se do farmacêutico que lê mal a receita porque «a letra do médico é ilegível».
b) Serve-se do médico que receita uma dose excessiva.
c) Serve-se da farmácia que confunde as embalagens e manda outra.
d) Serve-se do enfermeiro que, por exemplo, dá o medicamento ao doente errado.
Como é óbvio, nem o farmacêutico deveria ter confirmado junto do médico o que estava escrito, nem o médico deveria pensar no que faz antes de se pôr a receitar, nem o empregado da farmácia tem culpade ser daltónico, nem o enfermeiro tem a menor responsabilidade no facto de trocar os doentes. Se pensava que estes actos caíam, na melhor das hipóteses, na categoria de acidentes ou erros humanos, mas que não deixam por isso de ter um quadro de responsabilização, desengane-se porque Aida Baptista garante: «Não se trata de um erro humano, mas do Sistema», ou por outras palavras «não há culpados no erro de medicação». Não sei porquê, mas pressinto que nunca ninguém diz à família do falecido o que aconteceu porque, ignorantes, essa gentinha era capaz de querer processar o farmacêutico, o médico e o enfermeiro, coisa que se percebe agora ser muito injusta. A enfermeira enganou-se a dar-lhe os remédios porque estava a cair de sono, em consequência de fazer dois turnos em 24horas? Nem pensar, a culpa é do Sistema.
Agora só é preciso culpar o Sistema por todas as situações em que alguém puser a pata na poça. Risca-se já do código penal a diferença entre crime premeditado, acidente ou negligência, e a distracção passa a justificar o atropelamento e o acidente viário, e mesmo o excesso de álcool no sangue. Só mais uma coisa, não preste atenção às campanhas contra a automedicação: mal por mal, sempre morre em casa.

Isabel Stilwell in Destak