Quase um terço do Código do Processo Penal foi modificado com o objectivo de reforçar os direitos das pessoas e tornar a justiça mais rápida.
Crise política entre a Rússia e o Reino Unido terá várias consequências
Para já, quatro diplomatas britânicos vão voltar ao Reino Unido. Depois, as empresas russas poderão abandonar a Bolsa de Londres. Na declaração, ontem, do porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Mikhail Kamynin, foram referidas três questões: a expulsão dos diplomatas, os vistos a representantes britânicos e a colaboração na luta contra o terrorismo. Foi dito que o facto de Londres ter expulsado diplomatas russos "torna impossível a futura cooperação na luta contra o terrorismo".
Alexandre Chokhine, presidente da associação de industriais e empresários russos, citado pela AFP, disse que, "se a situação continuar, pode ser que a praça bolsista do Reino Unido perca terreno e que outros mercados bolsistas recuperem as empresas russas."
Ataques no Paquistão fazem 37 mortos
Dois ataques suicidas mataram ontem 37 pessoas no Paquistão. Há seis dias consecutivos que o país tem sido alvo da retaliação de extremistas islâmicos devido ao assalto das forças de segurança à Mesquita Vermelha, em Islamabad.
"Esta vaga de atentados suicidas tenta mergulhar o país no caos e provocar tumultos", acusou o ministro do Interior, general Javed Cheema. Desde o dia 10 de Julho, quando o Governo ordenou a tomada da Mesquita Vermelha onde estavam barricados extremistas islâmicos, que vários atentados têm provocado dezenas de vítimas: mais de 160, segundo a Reuters, pelo menos 180, de acordo com a AFP.
O Presidente Musharraf é o principal alvo da retaliação dos islamistas pelo ataque à Mesquita Vermelha.
Partido de Lula atribui acidente à falta de liderança no Governo
À medida que se discutem as causas para o acidente do Airbus da TAM, cujo número de vítimas confirmadas já ascende a 185, aumentam as críticas à "inépcia" do Governo em lidar com a crise no sector aéreo que se prolonga há dez meses.
Ontem, o deputado Marco Maia, do Partido dos Trabalhadores, a formação política que elegeu Lula da Silva, fez duros reparos ao Presidente e disse que o Governo já ultrapassou "o limite da falta de decisão para o sector". "Na nossa avaliação há problemas de comando. Enquanto o Governo não enfrentar este assunto, vamos continuar com essa desarticulação. Não há mais espaço para medidas paliativas. O Governo tem de actuar com rapidez, responsabilidade e determinação", afirmou o parlamentar.
Selecção e adaptação de notícias das edições online e impressa do Público

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